De palavrão em palavrão, as pessoas vão se declarando

De palavrão em palavrão, as pessoas vão se declarando

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Eu xingo mesmo. E daí?

Este artigo não vai servir apenas para quem fala palavrão todos os dias, mas também para os curiosos de plantão que buscam apenas um pouco mais de conhecimento.

Depois de um dia entediante, no meio da noite eu precisei ir na cozinha pegar um copo com água,
mas no caminho acabei batendo o dedo mindinho na quina da porta e soltei aquele grandioso PUTA QUE PARIU, acredite, isso é de lavar a alma.

Depois de ter encostado na parede, segurando o dedo mindinho e reclamando daquela dor infernal, fiquei tentando imaginar de onde vieram as palavras de baixo calão. Preciso compartilhar isso com você, então vem comigo...


De onde surgiram os palavrões e por qual motivo usamos?

Infelizmente não há um período definido pelo qual os palavrões começaram a ser ditos. No entanto, muito provavelmente eles vieram em nosso vocabulário desde quando o ser humano desenvolveu a linguagem para se comunicar.

Chamamos de Sistema Límbico, a profundeza do nosso cérebro, pois são palavras que traduzem na maioria das vezes sentimentos de raiva, mas até mesmo no humor a gente xinga.

Podemos dizer que os palavrões passam todos os dias por uma fase de atualização, onde você pode fazer um download no seu cérebro e salvar o novo pacote contendo novas palavras "pesadas".


Caralho, alguém xingando parece tão polêmico assim, porra?

As palavras de baixo calão estão ligadas principalmente às nossas relações sociais e com certeza você já tentou restringir algum palavrão perto de crianças, pais e avós... Porém todo mundo já soltou um "caralho" sem querer perto delas.

De acordo com os estudos feitos em  Marist College e Massachusetts College Of Liberal Arts, nos Estados Unidos, as pessoas que falam palavrões tendem a ter um vocabulário mais aperfeiçoado, pois elas simplesmente entendem o real significado e as distinções do que estão dizendo (sendo palavrão ou não).

Para quem xinga, palavrão é apenas uma vírgula e sem contar que se você faz isso há um tempo, consegue muito bem harmonizar um "porra", "puta merda" e "vai se foder", numa única frase.


Como eu estava dizendo no começo do artigo, uma porrada na quina é doloroso. Um analgésico serve? Não, um palavrão é bem mais aliviante.

Quem nunca soltou aquele "vai tomar no cu"? É uma bela lavada na alma (ou não)!

Todos nós acabamos tendo um "branco" na hora de completar uma frase e é claro que acrescentamos aquele palavrão moderado para não deixar tudo pela metade. Muita gente é tão craque que já sabe o palavrão perfeito para um determinado momento.

Já tentou digitar "caralho" no seu celular com o corretor ortográfico ativado? Porra, ele sempre vai te corrigir com um "carvalho". Corretores babacas!!!

Quem fala palavrão merece ficar fora da sociedade, pois é uma pessoa agressiva? Óbvio que não, falar palavrão é realmente algo saboroso, nos ajuda em muitas coisas e isso não torna uma pessoa má. Más são as pessoas que os usam!


Nós do Geek Coming sempre iremos avisar uma coisa: Se você acha que é feio uma criança falar palavrão, por favor, continue assim e não permita que elas repitam essas palavras. Não bata ou grite com elas, apenas faça como a sociedade ensinou (palavrão é feio e não deve ser dito por “N” motivos).

E como dizia nossa lindíssima Dercy Gonçalves: Eu não falo palavrão, eu falo o apelido que botaram nas coisas.

Esperamos que tenha curtido mais um artigo curioso do Geek Coming. Não deixe de comentar!

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