Doom rodando dentro do Doom. É sério!

Doom rodando dentro do Doom. É sério!
Doom 1993

Quem diria, hein? Um dos mais famosos jogos de tiro em primeira pessoa pode ser jogado dentro dele mesmo, mas não é só isso. Doom é literalmente um game multi-plataforma, já que é possível jogar ele desde calculadoras à até mesmo em caixa eletrônico - parece piada, mas acompanha aí!


Um pouco sobre Doom

A produção de Doom foi iniciada em 1992 por John Carmack que no início estava apenas trabalhando na construção do mecanismo gráfico já que a id Software estava dando os toques finais para Spear of Destiny - essa nada mais é que a continuação de Wolfenstein 3D. Os criadores usaram muito as influências dos filmes Evil Dead II e Aliens, onde tem aqueles demônios saindo de uma partida de Dungeons e Dragons que por fim acabou com o planeta infestado daquelas criaturas.

Doom foi lançado em 1993 pela id Software e é um dos títulos raízes que fizeram o gênero de tiro em primeira pessoa. Popularmente controverso, graças à sua violência gráfica com a combinação de gráficos em 3D e personagens 2D. Nos anos 90 o Doom virou uma febre mundial e também uma grande influência para os lançamentos no mesmo estilo, não é à toa que os jogos seguintes chegaram até ser chamados de "clones do Doom".

Doom 1993

A franquia teve continuação em 1994 com Doom II: Hell On Earth e pacotes de expansão quase que infinitos, como Ultimate Doom de 1995 e Final Doom de 1996, a maioria sendo desenvolvida pelos fãs do game com lançamentos para DOS e PC. No entanto, esses migraram cada vez mais para várias plataformas diferentes, a franquia perdeu bastante força quando o mecanismo gráfico do Doom acabou por se tornar obsoleto no final dos anos 90 e para isso não descer por água abaixo, finalmente em 2004 lançado o Doom III que nada mais é uma releitura do jogo original, porém acompanhando os passos da tecnologia.

No mesmo ano em que Doom III foi lançado, a Fantasy Flight Games decidiu investir em uma versão da franquia em jogo de tabuleiro, fazendo o uso de miniaturas dos monstros e personagens. Já em 2005 foi um ano incrível para os fãs da franquia Doom, pois houve o lançamento de uma adaptação cinematográfica do jogo que no Brasil o filme ficou conhecido por Doom: A Porta do Inferno.





Até onde vai a capacidade do Doom?

Não é bem até onde vai a capacidade do Doom em rodar nos lugares teoricamente impossíveis, mas tudo nada mais é que fãs loucos pela franquia quererem fazer ainda mais com o jogo.

E como manda a regra... Todo dispositivo que tem tela com certeza roda Doom!

Assista o vídeo abaixo onde o Doom simplesmente é jogado dentro dele mesmo:



Como eu havia dito, isso é apenas a loucura dos fãs. O hack é um Inception Feelings, um stop motion dentro de outro.

E que tal jogar Doom em uma calculadora? Confira o vídeo abaixo:



Claro que essa não é uma calculadora de R$1,99 que você compra em qualquer lojinha. A calculadora usada nesse vídeo é uma TI-Nspire, nada mais é que uma calculadora gráfica. Tal equipamento é muito utilizado por engenheiros para terem noção de espaço. As calculadoras gráficas podem plotar gráficos em 2D ou 3D em seu display. Esse equipamento é capaz de todos os aspectos gráficos de maneira rápida e eficiente.

Doom rodando na impressora Canon Pixma:



A impressora Canon Pixma foi hackeada e passou por modificações em seu firmware para enfim rodar o clássico Doom.

Como se não fosse o suficiente até mesmo um caixa eletrônico é compatível com o game:


Já pensou você ir sacar dinheiro no caixa eletrônico e poder curtir um pouco do jogo antes da sua grana sair? Fascinante!

Obviamente não foi tão simples assim de fazer o jogo rodar em um caixa eletrônico, já que foi necessário trabalhar no cabeamento e parte lógica. Só que também precisou usar um PC OEM, i-Pac para fazer o mapeamento dos botões laterais e um PIN Pad.

O que você achou desse artigo? Não deixe de comentar a sua opinião logo aqui embaixo!

Deixe de preguiça e comente a sua opinião aqui embaixo! =)